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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Faça você mesmo: camiseta com pés do bebê


No Dia dos Pais o papai aqui ganhou uma linda camiseta com o pézinho da nossa filha.

Segue abaixo as fotos para que vocês também façam a de vocês... bom, é meio auto-explicativo.. né, mas fiz um passo-a-passo:

Você vai precisar de:

- Caneta para tecido
- Tinta de tecido
- Papelão
- Camiseta Básica
- 1º - coloque o papelão dentro da camiseta. Isso é para que a tinta não passe para parte de trás da camiseta. 
- 2º - passe a tinta no pé do bebê
- 3º - "carimbe" o pé do bebê na camiseta
- 4º - lave rapidamente o pé do bebê.... afinal, acho que não deve fazer bem a tinta, que possui tanta "química", ficar em contato por muito tempo com uma pele tão sensível.
  - 5º - Pronto! E se quiser escreva uma linda frase!


Acabou que no final da brincadeira eu empolguei e resolvi fazer camisetas para a família toda com os pés da Anastácia! Haja dindim pra comprar tanta camiseta! 
Bom, quis aproveitar.. afinal esses pézinhos crescem tão rápidos....

Fotos de algumas da camisetas que fiz, para vocês se inspirarem:










segunda-feira, 13 de agosto de 2012

1º Dia dos Pais

O Dia dos Pais aqui em casa foi muito especial. Como já foi dito no post anterior "o primeiro dia dos pais na vida de um homem" não podia passar em branco e mereceu toda a dedicação da esposa aqui. Afinal, Anastácia ainda tem 2 meses e não consegue preparar café da manhã, cortar lembretes, etc...

O dia começou com um delicioso café-da-manhã servido na cama, biscoito de queijo, suco de manga, bombons, morangos fresquinhos e lembretes do quanto ele é especial. O papai  foi acordado pela filhinha que ganhou um monte de beijos logo de manhã. Depois ganhou o presente personalizado pelos pézinhos da nossa filha e se deparou com muitos lembretes do quanto ele é especial espalhados pelo banheiro!







E quando ele foi ao banheiro fazer o xixizinho da manhã... olha que surpresa! Mais declarações de amor ao papai mais "fresco" do pedaço!




Tudo muito simples, mas foi a forma especial de dizer o quanto ele é importante para nós.

E fica a dica para vocês, o Estúdio Cereja sempre disponibiliza em datas especiais downloads grátis! São postêrs, lembretes, e o que a imaginação mandar na data, para todas nós capricharmos nas homenagens aos papais, mamães, vovós... Curtam a página no facebook e fiquem sempre atualizados das novidades da lojinha e dos downloads grátis: http://www.facebook.com/EstudioCereja?ref=ts

Eu já tenho duas cerejinhas aqui em casa e adoro o trabalho deles!


domingo, 12 de agosto de 2012

Ser único: reflexões sobre a paternidade


Esse foi o presente da Anastácia para o papai, em seu primeiro Dia dos Pais. Pézinhos devidamente carimbados, tão pequenininhos que dá dó de passar tinta.
Pensei comigo: ser único não é ser um só. Afinal, ela não será única aqui em casa, pois se Deus permitir ainda vem muita criança por aí. Povoaremos a Terra.
Ser único, é ser singular. É viver experiências juntos que só eles se recordarão, experiências que só eles viverão. Como o primeiro Dia dos Pais na vida de um homem.
Por isso ele será para sempre único para ela. E ela será para sempre única para ele.
Foi ela quem o tornou pai. Foi ela quem fez nascer esse sentimento novo, recém-nascido no seu coração, construído dia após dia.

Parece que amor pela mãe nasce pronto, junto com o gerar, com o parto, com o instinto de mamar. Nasce com o corpo que nasce do corpo.
Pai não. Amor de pai é um amor que se constrói.
Que se conhece só 9 meses depois. Que se constrói no primeiro banho, no carinho, na presença, nos beijos piniquentos de bigode e no colo que se dá.
Nasce na segurança que só um pai é capaz de oferecer, nas horas em que o choro não é de fome. Porque o peito que o pai oferece é o peito do abraço, do aconchego. É um peito que alimenta também. Alimenta a alma. 

sábado, 11 de agosto de 2012

Festa Infantil: Galinha Pintadinha

Olá mãe/mulher/grávida/qualquerum que esteja me lendo!
Então, é o seguinte... tô empolgada com esse blog aqui! Estou tendo aproximadamente mil visitas por mês! Tô me achando! 
Por isso decidi ampliar um pouco os horizontes desse blog. Pretendo não fugir muito do tema, é claro, em respeito a você querido leitor! (hahaha... nem eu me guento, tô me achando meeessmo)
Pretendo não fugir dos temas relacionados à maternidade, gravidez, parto, decoração de quartos de crianças/bebês, festa infantil, educação e enfim... os meus sentimentos em relação a tudo isso, é claro.
Bom, pelo menos são esses os temas que me interessam nesse universo que vivo ultimamente. Ou seja, depois que pari uma criança e vivo 24 hs em função dela. 

Para começar, uma linda festa infantil! O tema é conhecido da maioria das mamães da atualidade: galinha pintadinha! Até a Anastácia já fica hipnotizada com esse DVD!

Amei os balões azuis e vermelhos e a mesa ficou simples e linda. Confiram as fotos e inspirem-se!




















Retirado do blog: Vestida de Mãe.

Pai

Pai, palavra pequenininha. Para mim sempre significou segurança, risadas e um carinho bom demais. Abraços e colo. E saudades... 
Como é bom te ouvir me chamar de "minha baixinha", ou até mesmo de "baixinha invocada".
Felicidade maior foi ter o poder de te fazer vovô. Disso me orgulho. Nasce uma criança, nasce um avô. Babão, desses que faz voz de criança e fala tudo no diminutivo. Desses que se preocupa, que cuida, que permite, que mima e aos poucos se descobre. Pois um avô nasce quando tem que nascer, na melhor fase da vida, junto com a maturidade e a experiência.

O dia pode até ser comercial, diriam alguns, mas que data bonita essa que inventaram, dia dos pais, dias das mães... dia de dar valor e agradecer aqueles que nos deram a vida.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

CineMaterna


Terça-feira (07/08) tive uma das melhores experiências sociais pós vida de mãe. Uma sessão de cinema destinada à mães/pais/qualquerum com crianças até 18 meses! O chamado CineMaterna.

Fui na Sessão que aconteceu no Casa Park, e passou o filme "O que esperar quando você está esperando". O filme em si já agradou todas as telespectadoras ali presentes.. afinal quase todas nós ali acabamos de sair dessa fase... enjôos, cansaço, dor na coluna, descoberta do sexo do bebê... etc, etc, etc...

Para quem ainda não é mãe/pai, pode soar estranho, mas realmente após o nascimento do bebê muitas vezes nos sentimos isoladas do círculo de amigos anteriormente frequentado... infelizmente muitos dos locais que vamos não oferecem um "apoio" adequado para o bebê, não possuem trocadores, local para colocar o carrinho, tem o som extremamente alto... dentre outros. Uma vez tive que trocar a Anastácia em cima da mesa de um restaurante... sorte que já era tarde, o restaurante já estava fechando e havia poucas pessoas no local.

O CineMaterna é um projeto em que nós mães temos um espaço especialmente destinado a nós.
A proposta é que as salas da sessão cinematerna tenham:

- som reduzido
- luzes ligeiramente acesas, para as mães poderem se deslocar na sala
- ar condicionado controlado, não deixando esfriar muito
- trocador
- tapete de EVA para atividades das crianças maiores

Além de podermos voltar a ter o prazer de assistir um bom filme na "telona", ainda encontramos um "zilhão" de mães na mesma situação que a gente. É prazeroso e divertido, e você sempre acaba fazendo amizade com a mãe ao lado: "Ah, que linda, quantos meses ela tem? qual o nome dela? está mamando no peito? ah, que benção..."... e por aí vai... E também é muito gostoso ver aquele monte de bebê, um mais lindo que o outro.. é cada perninha cheia de dobrinha, cada cabelinho, cada bochecha.. uma fofura só! Vi até mães com bebês recém-nascidos lá.

No site do Cinematerna (http://www.cinematerna.org.br/) você pode se cadastrar e ainda votar no filme que quer ver na próxima sessão. Além de receber a newsletter com a programação de sua cidade.
Aqui em Brasília temos sessão do Cinematerna no CasaPark e no Shopping Iguatemi, com sessões especiais no Pier 21.

Vejam o vídeo com o depoimento de várias mães, inclusive da idealizadora Irene Nagashima.



Aqui em Brasília  a fotógrafa Bárbara Valverde, do La Famille, faz a cobertura fotográfica das sessões, com fotos lindas que podem ser conferidas no seu blog: http://fotoslafamille.blogspot.com.br/
O trabalho dela e o blog são tão lindos que eu fucei ele do início ao fim.
Quero um dia poder ter o prazer de fazer um sessão de fotos com ela. Vejam o trabalho com recém-nascidos, é lindo e de uma sensibilidade incrível. Segue abaixo as fotos que tiramos na terça-feira:





Atenção para minhas unhas superfashion!

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Considerações sobre sono


Acho que uma das principais características dos pais de recém-nascidos são as olheiras. Porque esses serezinhos tão amáveis já não nascem sabendo dormir a noite toda? Eis a questão.

O primeiro mês do bebê em geral é o mais difícil... é a tal da adaptação. Depois, cada dia vai ficando mais fácil, mais delicioso. As dores vão passando e o prazer de cuidar vai ficando cada dia maior.
É claro que tem momentos em que você acha que aquela fase difícil não vai passar, que as noites parecem intermináveis, que você acorda 6 vezes no meio da noite para dar de mamar e parece que você nunca mais vai dormir na sua vida... mas relaxa, pode parecer que isto está bem distante da sua atual realidade, mas acredite: isso passa!

Já ouvi histórias de recém-nascidos que dormiam a noite inteira desde o nascimento.
Parece mito, parece lenda... mas realmente eles existem. Foi o caso de uma amiga minha, cuja criatura abençoada pelos deuses hoje tem 5 meses. Não foi o caso da minha pequena. Porém... não por muito tempo!

Há uma semana que a Anastácia tem dormido de forma, digamos, beeeemmm satisfatória! O que significa 5 horas seguidas todas as noites!

É aí que as mãe pira. Os pai pira. Até os cachorros aqui de casa pira!

Na primeira noite que isso aconteceu quase fui ao delírio. Eu dormi, ronquei, sonhei, babei e até acordei preocupada! E ela lá, curtindo o soninho dos inocentes...

Eu posso falar para vocês a técnica que eu utilizei. Não é receita e sei que pode não funcionar com o bebê aí da sua casa... mas aqui tem funcionado que é uma belezura.

Chamo isso de "ritual do sono". Aproximadamente 21:30 hs, levo a Anastácia para dar boa noite para o papai. Depois coloco ela "mergulhada" na banheira, água bem quentinha, luz apagada e silêncio... são os "sinais" para que ela comece a entender que está na hora de dormir. Ficar mergulhada na água quente deixa ela "cansadinha", relaxada... é como quando a gente vai para Caldas Novas... dá aquela preguiça o dia todo, não é?
Depois da água quente, coloco uma roupa confortável e quentinha. Me ensinaram assim: o ideal é que a roupa que o bebê veste "agasalhe" ele... ao invés de ficar cobrindo com cobertas, que ficam soltas no berço e ficam propícias para o bebê sem querer se enrolar e até se sufocar nelas...
Assim, bem vestida, ela vem mamar. Parece que ela já sabe que aquele é o mamá da noite. É sempre bem mais demorado do que quando ela mama de dia... ela vai mamando e já vai "desmaiando" de sono. Acho que o inconsciente dela já está associando o momento do sono com o banho quentinho, a luz apagada, o silêncio...
E pronto. É isso.
Simples assim, sem traumas, sem ter que deixar o bebê lá chorando até dormir sozinho... porque eu sou dessas que  no dia em que o "ritual do sono" não funciona, eu balanço, eu acalento, eu canto, eu rezo, eu amo... com muita paciência até que a pequena caia naquele sono gostoso.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Maternidade realista


Antes de começarem a ler, um aviso: isso não é um post! É uma confissão. Dessas bem realistas, claras e sem entrelinhas. Esse é o tipo de coisa que se fala na terapia e não no blog para o livre julgamento de todos.
Mas, o que é esse blog senão a forma mais moderna de terapia gratuita?
Então, não me julguem. Sou uma reles mortal.

Os primeiro dias pós-parto são um misto de paraíso com a fase mais trash da sua vida. Você se procura, procura, procura e não acha. "O que sou, além de fartas mamas aguardando o próximo choro da cria?"
Vivendo de camisola, para cima e para baixo. Aproveitando cada segundo de sono da pequena para desmaiar também. Apenas um banho diário para manter a dignidade... Sem vaidade e vivendo uma rotina, digamos, insana, onde dia e noite se confundem frequentemente.

A vida vira e desvira do avesso em poucos dias. Te faz pensar como amor e dor podem rimar tão bem e como você é capaz de se doar mais do que qualquer dia você pode imaginar.

Você percebe que ter um filho não é lá muito parecido como quando brincava de boneca na infância. No final da brincadeira era só guardar tudo e ir dormir. Além disso, quando a boneca chorava você sempre sabia que era só colocar a mamadeira na sua boca que ela se aquietava. Ninguém brincava de dar o peito pra boneca. Na vida real, o misto de prazer e dor da amamentação, já choramingada aqui em um post anterior, me faziam pensar frequentemente: "... lá vem aquela boquinha de gilete de novo..."

Mas no final, só de sentir aquela respiração no ombro, ver aquele ensaio de sorriso meio torto, aquela conversinha sem sentido do vídeo anterior.... Sabe, o amor vai nascendo, mágico, aos poucos com o passar dos dias. Sei que nunca mais vou esquecer como ela era tão pequenininha e como ficava com o corpo mole depois de mamar.

Aos poucos a gente se encontra. A parte mãe dá espaço para a parte esposa, companheira, engraçada, amiga, irônica, festeira, jogadora de pôquer, imagem e ação, perfil e afins...

Não vou defender nunca aquele discurso de que ser mãe deu real sentido a minha vida. Antes de tudo isso minha vida já tinha sentido, amava ser esposa, amiga, viajante, assistente social, voluntária, espírita e por aí vai... Amava e amo, pois aos poucos vamos conciliando todos esses papéis, voltamos a viajar, voltamos a ter desejo, voltamos a bater perna no shopping e a tentar jogar alguma coisa no fim de semana.

Quero viver uma maternidade realista, dessas que sabe curtir a delícia, mas que também vê o sacrifício. Dessas que ainda tem vontade de dormir o domingo inteiro e curtir um filme do início ao fim sem ser interrompida por um chorinho.
Ser mãe é se sentir completa pela vinda desse serzinho e incompleta tentando se encontrar nesse novo papel.

Ser realista não é amar mais ou menos.
É amar de verdade, do meu jeito, do jeito que me construo.
Dia após dia.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Aprendendo com a Anastácia: 2 meses





Hoje nossa pequena completa 2 meses de vida! E não posso deixar de repetir: como o tempo passa rápido!

Hoje também é o primeiro dia em que ela dorme sozinha em seu quarto. Papai e mamãe conferiram umas  quatro vezes se a luminosidade do quarto estava adequada. Primeiro testamos a luz do abajur: muito claro. A luz da sala com uma frestinha da porta: o barulho da TV pode acordá-la. Tudo fechado e apagado: muito escuro. Ficamos com a luz do banheiro com a porta semi-aberta: assim mamãe pode enxergá-la quando ela acordar a noite para mamar.

Li muito sobre cama compartilhada, sobre a idade em que a criança deve passar para seu quarto, etc. Alguns dizem que adiar demais isso pode criar uma criança "dependente". Outros dizem que esse é um passo importante para devolver a "intimidade" do casal. Alguns dizem que cama compartilhada pode ser perigosa, pois alguém pode se virar e sufocar a criança. Outros dizem que dormindo no mesmo quarto dos pais, a criança se sente segura, e que isso pode até fortalecer sua auto-estima. Não ando muito afim de opiniões sobre o assunto, principalmente as que divergem da minha... rsrsrs... é tanta coisa e tanta opinião totalmente divergente uma da outra que fico até tonta.

Acredito que no fundo cada mãe e pai deve seguir sua intuição. Eu que sempre fui criada e acreditei que todo ser deve ser criado para o mundo, achei que esse é um bom momento para isso. Com certeza não iremos perder nosso momentos juntos, deitados na cama até meio-dia no domingo e fazendo aquela bagunça de final de semana:  a criançada toda (4, futuramente!) na cama do papai e da mamãe, fazer cabaninha e dormir todo mundo apertadinho lá dentro... Além de acolhê-la toda a vez em que ouvir um "Mamãe, tô com medo"...

Ademais, estou grudada na babá eletrônica com visão biônica, onde posso ver minha pequena dormindo tranquilamente em seu bercinho.

Às 22 hs, preparei uma banheira com água quentinha e escureci o quarto. Fiquei por alguns minutos com ela na banheira, seu corpo imerso, relaxando e ouvindo minha voz. Expliquei para ela que não precisava ter medo, que eu estava de olho nela o tempo todo, que nós vamos cuidar dela para sempre, estar ao lado dela sempre que ela precisar. Expliquei o quanto nós a amamos, desejamos e queremos que ela continue crescendo e tomando o mundo que a pertence desde já. Depois aconcheguei ela em meus braços, coloquei ela em meu peito e enquanto ela se alimentava de leite e de carinho continuei falando com ela... quando ela já dava sinais de satisfação, fiz uma oração pedindo a Deus que vele por seu sono e por sua vida.

E lá está ela, dormindo tranquilamente em seu quarto com cheirinho de lavanda, que dizem que é calmante. Nem aí pro papai e a mamãe que ficaram com um apertinho no peito... imagina só quando for pra faculdade!!


Diário da Anastácia - 2 meses

- Gosto de sorrir para a mamãe, para o papai, vovós, vovôs, titias, titios, para a pediatra, para o caixa do supermercado, para a aeromoça, para a vizinha e para qualquer um que passe na rua. Acho que em breve posso me candidatar a Distrital!
- Fico olhando para minhas mãos, as vezes no  meio de um movimento ela vai parar na minha boca e huuummm... que delícia!
- Todos ficam encantados com minhas bochechas.
- Começou a aparecer um sinal de "nascença" na minha testa, a pediatra disse que pode sumir até um ano de idade, ou então ficar aí pro resto da vida. Estou pensando aqui, que se esse sinal ficar, posso usar uma franja charmosa.
- Estou pesando 4,780 kg.
- Estou medindo 57 cm.
- Tenho o queixinho mais bonito do planeta! Pelo menos é o que a mamãe diz...
- Todo mundo diz que sou a cara do papai. Mas ainda há uma dúvida se puxei os olhinhos da mamãe.
- Já aprendi que de noite é hora de dormir.
- Acordo de 3 em 3 horas para mamar.
- Adoro passear com a mamãe no sling e faço a maior sucesso no shopping quando estou dentro do meu casulinho!
- Já falo várias palavras: au, é, é, ah, ah, hã, uh, uh... e várias outras coisas que na linguagem dos adultos significa: meu dia foi ótimo, o mamá estava delicioso, que horas o papai vai chegar?, a mamãe é linda, a titia me beliscou... dentre outros! Ah, e só a mamãe me entende! rsrsrs
- Adoro "conversar". A noite sempre conto para a mamãe e o papai como foi meu dia. Vejam no vídeo abaixo como ando faladeira:




domingo, 8 de julho de 2012

Aprendendo com a Anastácia: 1 mês

Primeiro filho é assim, aprendendo a cada dia. Ainda mais para mim, que não tinha outros bebês na família antes dessa pequena!
Vou registrar aqui sua evolução, que apesar do pouco tempo do lado de fora já parece tão grande.
Nos primeiros 20 dias era só mama, dorme, mama, dorme, mama, dorme e caga faz cocô nos intervalos.


Diário da Anastácia - 1 mês

- Gosto mais de ficar acordada durante o dia.
- Fiz meu primeiro passeio: no shopping!
- Acompanho os objetos com o olhar.
- Firmo o pescoço, virando a cabeça para os lados.
- Tive só 3 noites de cólicas.
- Reconheço a voz da mamãe e do papai.
- Já balbucio alguns sons. O mais comum é "au". E não, não estou imitando um cachorro.
- Já não choro ao tomar banho.
- Já tive minha primeira prisão de ventre, 3 dias! Como mulher sofre... preciso de Activia!
- Vi o Corinthians ser campeão da Libertadores!
- Ah, e já comecei a sorrir, olha só:



Minha pequena já está tão grande... como o tempo passa rápido! (Essa frase é típica de mãe... não achei que fosse usá-la tão rápido!)